sexta-feira, 26 de abril de 2013

quinta-feira, 4 de abril de 2013

ASSIM ESCREVEM OS ITARAREENSES


ASSIM ESCREVEM OS ITARAREENSES
Livro de Prosa de Itararé, Antologia Editada Por Silas Correa Leite – WWW.artistasdeitarare.blogspot.com/

Toda a história de Itararé, desde a sua longínqua fundação (terra doada por Dom Pedro à Marquesa de Santos), foi pautada pela verve criativa de seu povo altivo, alegre, festeiro, cantador e proseador, talvez por influência de imigrantes europeus que aqui aportaram fugindo de uma Europa em crise, e em Itararé acharam um berço esplêndido. Pois Itararé, belíssima cidade de divisa, às barrancas do Paraná, sudoeste do Estado de São Paulo, final do ramal da Estrada de Ferro Sorocabana, recebeu seus viajadores que aqui fixaram raízes, deixaram descendentes brilhantes, deram testemunho de luta e braveza, criando artes gerais também, produzindo humanamente de fotógrafos a pintores, de literatos a cantores, de músicos a personalidades de destaque em todas as áreas, o chamado clã dos “Fanáticos Por Itararé” dando personalidade bela e hilária a esta Itararé - passando de centenária - de agora que amamos tanto, inclusive e principalmente aqui com esse acervo de Literatura Itarareense.



Antologia Literária de Itararé:
Com tantos artistas em seu chão de estrelas, do Maestro Gaya que descobriu e produziu Chico Buarque de Hollanda, a Carlos Casagrande, Ator da Rede Globo de Televisão, ou mesmo Luiz Antonio Solda, cartunista Premiado no São Internacional de Humor de Piracicaba, ou ainda Jorge Chuéri pintor impressionista com prêmios no mundo inteiro, a Edson Marques, ficcionista premiado na Espanha (Prêmio Miguel de Cervantes), ou Maria Aparecida Coquemala, premiada em Portugal e na Itália, passando por Zé Maria Silva o maior contador de Causos de Itararé premiado no Elos Clube-Comunidade Lusíada Internacional, a Silas Correa Leite, Vencedor do Primeiro Salão de Causos de Pescadores (USP) e ainda premiado em Portugal no Concurso de Microcontos Ficção & Fantástico (Edições Simetria), Portugal, estava na hora de Itararé, histórica Estância Boêmia,  pitoresca e bucólica, bonita pela própria natureza, ter seu primeiro livro como um mosaico de prosa em recolhes literais. Ei-lo em contos, ficções, histórias como antologia letral de um tempo, um povo, um lugar. Junto com estes nomes, Gustavo Correa que já editou um livro, José Rodolfo estudante universitário de Letras em Itararé que estréia aqui como promessa, Moacir Medeiros Alves que já editou dois livros, Sebastião Pereira da Costa  consagrado com o livro Não Verás Nenhum País como este (Editora Record, prefácio de FHC) ou ainda Zunir Pereira de Andrade, também já editado com prefácio de Francisco Marins. Uma terra com tantos talentos, merece ter um conjunto de sua obra narrativa como documento de sua produção literária no quesito prosa. Assim Escrevem os Itarareenses

Assim Escrevem os Itarareenses

-Este livro buscou, como projeto de coletânea, reunir escritores de prosa de Itararé, e já foi feliz no achado como um todo: 5 autores com mais de um livro editado (Silas Correa Leite, Maria Coquemala, Edson Marques, Moacir Medeiros Alves, Sebastião Pereira Costa); 5 autores premiados; (Edson, Maria Coquemala, Silas, José Maria), três autores como prêmios internacionais de renome (Edson, Coquemala, Silas), dois autores com um livro editado (Gustavo Correa, Zunir Pereira de Andrade), o estreante José Rodolfo rica promessa, além do convidado especial, Jorge Chuéri, um polivalente talento fora de série (e fora do sério), o maior patrimônio cultural de Itararé, artista de raro destaque e vivacidade fora do comum,  pintor impressionista com prêmios no mundo inteiro (Europa, Ásia, América), no Banco Real de Talentos (Talentos da Maioridade), além de escritor, jornalista, poeta, compositor, boêmio, folião, carnavalesco, comerciante, diretor-fundador de clube, contador de causos, humorista, no popular dizer do cantor Gonzaguinha “Gente mais maior de grande”. Esta obra é também e por isso mesmo uma honrosa homenagem ao Jorge Chuéri, por sua lição de vida, por sua missão de nos enriquecer dele, de nos fazer sorrir, cantar, curtir sua harmonia e luz, sua criatividade, seu salutar bem viver, exemplo de fé, determinação e camaradagem. Jorge Chuéri, com nosso orgulho, o maior artista deste chão de estrelas de Itararé, aqui por isso também muito bem representado em arte letral, em sua justa homenagem.



Contos, Causos, Ficções, Histórias, trabalhos excelentes e premiados (até mesmo em concursos de renome no exterior), narrativas que compõem a gama da arte literária de Itararé ao longo de seus mais de cem anos. Aqui, contações alegres, notadamente históricas, filões tristes ou com bases em estilos  que vão do surrealismo ao realismo fantástico, microcontos, etc., tudo dando uma rica demonstração desta gama que é o oficio letral de escrever e dar depoimento de e sobre Itararé, como um legado feliz de um povo que produz e consome a sua própria cultura. Itararé que é portentosa em acervo de músicos, boêmios (seresteiros de sua famosa fauna notivaga); pintores, atores, cantores, compositores, humoristas – contadores de causos - fotógrafos, historiadores, acadêmicos, portanto sempre muito bem representada no Mapa Cultural Paulista (cujos idealizadores indagam curiosos e surpresos: -“O que é que Itararé tem para ter um enorme e primoroso celeiro de talentosos artistas?”) também o é em Educação, Direito, História, Rádio, Imprensa forte e, como aqui mostra a coletânea “ASSIM ESCREVEM OS ITARAREENSES, Primeira Antologia de Prosa”, Itararé também é além de extremamente produtiva em poetas – já arrolados em assentos de outras excelentes antologias –  aqui se mostra esplendidamente forte tambem com seus prosadores de alto gabarito, mostrando que, sim, Itararé é a capital lítero-cultural (ou artístico-cultural) da região sul do estado de São Paulo. E quem quiser que conte outras. A presente coletânea reúne os melhores contistas, partindo da idéia de começar pelos seus autores premiados, depois os que editaram pelo menos um livro e fora de Itararé, depois, aqui e ali, um achado que, no momento, demonstrasse o estilo todo próprio, singular, mais a qualidade técnico-narrativa, a construção do trabalho, valorando o currículo, o histórico de criatividade que bem representasse o povo, o lugar, suas contações e peculiaridades num registro literário de quilate além da crônica, o que, certamente, será objeto de projeto editorial no futuro, e congregará alguns nome desta obra e ainda dezenas de outros  tantos escritores importantes de Itararé.