Itararé, Chão de Estrelas, Bonita Pela Própria Natureza, cidade histórica de artistas como Elvira Pagã, Maestro Dudu Gaya, Jorge Chueri, Carlos Casagrande, Silas Correa Leite, Edson Marques, Luiz Antonio Solda, Rogéria Holtz, Regina Tatit,Luiz Barco, Ed Primo, Armando Merege, Sergio Carriel e tantos outros
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Literato Itarareense Premiado, Silas Correa Leite, Lança Novo Romance, GUTE-GUTE, Barriga Experimental de Repertório
LANÇAMENTO
DE ROMANCE - Release
Contrações
Do Novo Romance de Silas Corrêa Leite
“BARRIGA
EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, GUTE GUTE”
O
menino/Desengonçado/Estende a mão (...)
As
palavras?/As palavras mergulham...
In, Galeio, Francisco
Marques, Petrópolis
Está
no prelo, pela Editora Autografia do Rio de Janeiro, o romance GUTE GUTE,
BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, a mais nova “loucura literária” do polêmico
(e premiado) literato Itarareense (poeta, ficcionista e blogueiro premiado),
Silas Corrêa Leite, tachado pelo Antonio Abujamra (Programa Provocações/TV
Cultura de SP), de “O Neomaldito da Web”, e que hoje está publicado em mais de
800 sites, vários links de renome, até na América espanhola, Europa e África.
O
escritor, já autor de outros livros, todos “diferenciados”, por assim dizer,
esteve em crise de saúde, de anos atrás até mais recentemente, após perder a
matriarca querida em Itararé, tendo vivido tempos difíceis, mas, ainda assim e
por isso mesmo, profícuo criador na sua “dorpoesia”, claro, e, ao bolar este
romance “louco”, também por assim dizer, parece que ao escrevivê-lo se “livrou”
de tamanha tristeza e angústia. Ao
escrever GUTE GUTE colocou toda amargura para fora de sua orfandade sofrida, daí
surgindo, nascendo, aperfeiçoado enquanto romance e enquanto literatura de
primeira, GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório. Sorte dos leitores
dele, e do grupo Leia Silas, que no Facebook beira cinco mil amigos.
O
que uma criança na barriga gestora da mãe sente, como é que é a rotina do trono
umbilical e seu entorno, as reinações da grávida chorando de barriga cheia,
como o baby se comunica com a mãe dentro da barriga adjacente, como é que ele
pode se comunicar com outras crianças superdotadas ou sensíveis em outras
barrigas-valises passantes, em berçários-ninhais. Com amor, humor, entre
alegrias e sofrências, o autor destila-se como ele mesmo fosse o filho da mãe,
bendito fruto, e contasse desde a fase intrauterina de uma criança, até
arrebentar-se na barriga do mundo. O hormônio da mãe, refletindo no baby, as
relações e afetos maternos entronizados para todo o corpóreo em formação, pelo
duto do cordão umbilical, feito uma navezinha em formação acoplada no planeta
barriga.
O
leitor vai se encantar, se emocionar, sentir-se criança de novo, se colocar no
lugar do escritor, no lugar do bebê, de onde talvez nunca queria ter saído.
Quem tem mãe não tem medo, disse Henfil. Mãe é Mãe, Coca Cola é Coca Cola, diz
o mote ridente das redes sociais. Pois o escritor também, filho da mãe, conta
como é ou como poderia ser (salvo pela imaginação?); dá voz ao baby, que, sim,
antes de vir à luz, quer falar, quer dar à luz a sua interpretação de meio,
gestão e expectativa de vida. Vivemos mesmo só nove meses? Ao ler o livro você vai
se sentir na pele da mãe atiçada, como enjoos, com desejos; na pele do bebê
atiçado, cheio de perguntamentos e quireras de entendimentos espaciais, e
precoce; na pele do pai babão e manteiga derretida, corinthiano, e, claro, só
podia, também na pele do escritor, em mais uma obra com a sua marca, a sua
cara, a sua especialização entre surrealismo, realismo fantástico e
invencionices fora do convencional, quando não assustadoramente criativas. Ser
mãe é padecer no paraíso, disse o poeta. Ser filho é contar lorotas,
peraltices, sentires, pensares e falares deste o ventre?
Este
é o novo livro maluco beleza, essa é a obra. Sinta as contrações do parto do
livro e do nenê espeloteado e traquinas, transpolar e hiperativo desde a fase
barrigal. Já pensou? O que o bebê quer dizer, o que ele sente, pensa, imagina,
cria, e espera. Entre sem bater. Tem gente. Bem-vindo à Barriga Experimental de
Repertório de GUTE GUTE.
Logo
o livro estará à venda online, no site da editora, em formato de ebook, para
leitura no Kindle e mesmo em formato de EPUB.
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terça-feira, 30 de dezembro de 2014
As Crônicas Maviosas de Andre Luiz Leite da Silva, Escritor de Itararé
Resenha Critica
AS CRÔNICAS
MAVIOSAS DE ANDRE LUIZ LEITE DA SILVA DE ITARARÉ
“Não é no conhecimento
que está o fruto,
é na arte de
apreendê-lo” - São Bernardo
................................................................
-Pensar filosoficamente, em tese,
pode implicar em compreender as coisas, aqui e ali, de um modo geral, a
princípio, por assim dizer, caótico (para os gregos, o caos consistia no abismo
profundo, anterior a todo ordenamento), numa contínua busca de tentar
compreender a realidade não como algo dado, pronto e resolvido, mas como algo a
ser concebido. Com suporte narrativo nesses questionamentos desde o tear
criativo inicial, o autor, querido amigo de infância, André Luiz Leite da
Silva, servidor público na área de segurança pública (e, portanto, vivenciando
a dura realidade de sequelas sociais perigritantes), e graduado em Filosofia,
viaja textualmente na busca de tentar compreender e se inserir no pensamento
contemporâneo do “humanus”, nesses tenebrosos tempos do politicamente correto,
dentro do que poderíamos nominar de uma corrente filosófica humanista (depois
do fim das chamadas utopias), e, porque não dizer, neoexistencialista,
apontando crônicas pontuais e datadas que nos fazem pensar o sentir, sentir o
pensar, refletir e avaliar o problematizado mundo pós-moderno, da
individualidade sistematizada em cada um por si e salve-se quem puder, de
infovias efêmeras, portanto, André Luiz, no escrever contextualiza assim o
próprio pensar e o próprio sentir de uma maneira bem perspicaz, crítica, mas
consistente e principalmente com belo vezo humanista, sintetizando em graciosa
prosa poética até, o que pensa e sente a partir de leituras, observações,
compreensões, acima e sobre todas as coisas tentando compreender a própria alma
humana, mais do que ela compreende a si mesma. A vida é uma mentira na qual a
civilização entre a Barbie e a barbárie ainda não tem consciência? Periga ver.
-Escrevendo o livro “...EU VEJO
VOCÊ”, seleta de crônicas, não dá respostas, antes, aponta novos
questionamentos contundentes. Não responde a perguntas, antes, implica em novas
indagações no contexto do que narra. Não tem e nem traz verdades perfeitas,
plenas e acabadas, em absoluto, mas, de per-si fere a própria pele nos
perguntamentos cruciais. Parafraseando Benjamin, Peter Paul Pelbart dizia que
não deveríamos nos deixar embalar por um determinismo tão apocalíptico quando
complacente, mas que era “preciso escrever-se esse presente a contrapelo, e examinarmos
as novas possibilidades de reversão vital que anunciam esse contexto”(...). O
que é o conhecimento? O que é a realidade emergente? Qual o sentido da
existência propriamente dita? Escovando os subterrâneos da consciência social,
tentamos redescobrir o próprio encanto de perceber os moinhos e as pedras
rolantes da vida, tentando compreendê-la e também como são as coisas, ou ainda
não são... Ferreira Gullar cantava: “Uma parte de mim é permanente(...)/Outra
parte/Linguagem...” (Traduzir-se). Existir, à que será que se destina, cantava
Caetano Veloso. E ele mesmo, numa balada seguinte se respondia, na sua
liberdade criativa: “Cada um sabe a dor e a delícia/De ser o que é...”.
Escrever (criar) é isso: dar testemunho de visões de apuramentos interiores,
buscas espirituais, a razão e a irrazão nas fermentações, com olhares viçados
sobre o incompreensível. Na vida somos todos passageiros de angustias e
resignações sublimadas? A verdadeira consciência é ser percebedor do mundo, no
caso, percebedor imaginante, pensante, atuante. Filosofar é ser amante da sabedoria,
e criar conceitos novos é o objetivo da filosofia, porque, segundo Aldous
Huxley (in, Admirável Mundo Novo), a finalidade de todo condicionamento é fazer
as pessoas amarem o destino social de que não podem escapar, e, falando sério,
muitos ainda adoram regras, normas, redis, refis, currais, manadas, conceitos
dinossáuricos e até mesmo religiões, como uma espécie assim de adestramento nas
suas fantasias mal resolvidas, nas frustrações, neuras, irrealizações e
incompletudes. A inquietude é a falsa medida de todas as coisas não
compreendidas, e as sequelas disso inumanam o quase possível humano em nós? Ah
as reservas de algum gomo neural selvagem dentro de nós, entre nós... A bem
dizer, poderíamos citar o poema:
-“O rebanho trafega com
tranquilidade o caminho: /é sempre uma surpresa ao rebanho que ele chegue/ao
campo ou ao matadouro. /Nenhuma raiva /nenhuma esperança o rebanho leva, /pouco
importa que a flor sucumba aos cascos /ou ainda que sobreviva. /Nenhuma
pergunta o rebanho não diz: /até na sede ele é tranquilo /até na guerra ele é
mudo - /o rebanho não pronuncia,/usa a luz mas nunca explica a sua falta /usa o
alimento sem nunca se perguntar./Sobre o rebanho o sexo/que ele nunca
explicava/e as fêmeas cobertas /recebem a fecundidade sem admiração. /A morte
ele desconhece e a sua vida,/no rebanho não há companheiros /há cada corpo em
si sem lucidez alguma(...)/O rebanho não vê a cara dos homens /aceita o caminho
e vai escorrendo/num andar pesado sobre os campos”. (O REBANHO E O HOMEM, José
Carlos Capinan).
-Em belas crônicas, de
questionamentos intermitentes, tácitos ou contundentes, André Luiz revela a
própria alma inquisidora, no contexto das inquietudes da vida e da sociedade
hipócrita, tentando significar para si a razão de ser, de estar e de permanecer
no mundo, e assim, de modo sutil ou irônico narra, tripudia, detona, questiona,
implica e escreve sobre a sua compreensão dessa espécie no sublimado caos
querendo organizar tudo, e relata as próprias relações da vida, e suas
impurezas, de purgações a sentimentos de viver isso tudo, e, mais, sobreviver
para fazer-se humanus entre pouco humanus ou pseudohumanus. Há olhos de ver e
olhos de enxergar, diz o sofista. Ver e sentir pesam olhares sobre clarificações.
Pensar o ver, pensar o sentir apurado, sensível, deu nisso. Crônicas de um
tempo, de um lugar, dentro de um mundo que, quer queiram, quer não, ainda é um
ponto de interrogação à beira do abismo. O ser humano? Bem, essa é questão, o
ser e o não-ser, parafraseando Shakespeare. Monteiro Lobato dizia que o homem é
a pior poluição do planeta terra, porque é uma poluição inteligente. A melhor
filosofia é ser feliz? Ou a melhor filosofia é colocar o dedo na ferida disso
tudo, feito uma antena da época, como preconizou Rimbaud?
-A vida também pode ser a arte do
encanto de pensá-la, senti-la, nutrí-la de beleza e principalmente questioná-la
a partir daqueles que têm uma opinião formada sobre tudo (Raul Seixas). Talvez,
mas só talvez, então devamos num primeiro momento buscar a agregação para
diálogos, o deguste zen-boêmico, seguindo as leis de Baco, nos posicionando em
relação a tudo isso, trocadilhando o poeta roqueiro Renato Russo, sentenciando
que, sim, “é preciso amar as pessoas/Como se não houvesse Wifi”(...). Perguntas
nos trazem respostas com brumas, e depois outras novas perguntas, assim, escrever não deixa de ser a filosofia
de pensar a própria busca de nós conosco mesmo, nesses tempos que, sedentários
e consumidores em potencial, não podemos deixar a comodidade, a insensibilidade
e a paranoia continuarem vencendo. Resistir é preciso. Escrevendo que seja. E
escrever é como acender fósforos, como pertencer-se a uma tribo na senda
cósmica que acaba por fim sendo uma trincheira de resistência em assentos de
refinamentos íntimos, nessa peregrinação que nunca acaba em nós, mas mostram
almas vivas em jornadas espirituais, de, sim, tentar compreender a vida, o
mundo, a civilização, a raça humana, ô raça! Leia e veja-se, pois, afinal, está
escrito: “As batalhas nunca se ganham. Nem sequer são travadas. O campo da
batalha só revela ao homem a sua própria loucura e desespero, e a história não
é mais do que uma ilusão de filósofos e loucos”(William Faulkner, In, O Som e a
Fúria).
Silas Correa Leite
O autor, ciberpoeta, blogueiro e
professor, escreveu “O Reino do Barqueiro Noturno do Rio Itararé”, Romance, Editora
Clube de Autores. Site: www.portas-lapsos.zip.net
sábado, 21 de setembro de 2013
GOTO, O Barqueiro Noturno do Rio Itararé
Resenha Critica
GOTO,
Novo Romance de Silas Correa Leite
GOTO
- A Lenda do Reino do Barqueiro Noturno do Rio Itararé
.........................................................
Os
seres humanos me assombram
Markus
Zusak
Prosseguindo na sua
bela carreira já provada brilhante, arrojada, sempre com surpreendentes idéias
novas e fora do comum, o literato premiado Silas Correa Leite lança seu
vigésimo livro, e, desta feita um Romance de mais de 400 páginas, denominado
GOTO – A Lenda do Reino do Barqueiro Noturno do Rio Itararé. Uma obra literária
que evoca a fauna ribeirinha de uma cidade boêmia, Itararé, terra do autor, com
seus tantos eméritos contadores de causos do arco da velha, em que um estouvado
menino deficiente físico ao ganhar idade fica com a missão de imitar o pai e levar
passageiros no barco Faísca de Aladim do lado paulista do Rio Itararé, à uma
cidadela no Paraná, Bom José da Versalhada que mais parece uma cabeça de burro.
O menino atiçado, sensível
– sensitivo? – começa a baldear além de passageiros comuns a passageiros estranhos,
e também começa ganhar mais do que o pai que é barqueiro durante o dia, e
começam a acontecer coisas inexplicáveis, surreais, fantásticas, além do Goto,
personagem principal do rio, sempre vir, ao raiar de cada manhã com um causo
pra lá de interessante, do tipo história que povo conta, numa narração cênica,
uma história pra contar pros velhos curiosos e sua platéia pais naquele ermo
rural.
Os causos no começo
são uma espécie assim de cinema mental dos velhos, depois começam a acontecer
coisas, o menino parece conhecer a alma do rio, a alma da canoa, a alma da
noite, a alma do lugar, aqueles cafundós. Chega a um termo em que, os causos
não se sabe se são do passado, do presente, do futuro, e se ele estaria
transportando além de passageiros notívagos, talvez, também almas penadas encalhadas
nos desvãos de outros desmundos, que vêm no moço sensível, solícito e puro uma
espécie de abridor de corações, destinos, mentes e vidas passadas, e deitam
falatório enquanto ele ganha o rio levando a trazendo gente e não gente.
Nessas contações,
cada dia um causo, Goto começa a reavaliar a vida, a sondar e criticar os pais,
entrando na fase da adolescência e logo ficando jovem, mesmo aleijado, o remo do
barco sendo sua sua muleta, nos finca-pés da canoa meio encantada tece sua
vida, sua fuga, sua alma-rio. Uma espécie de terceira margem do rio Itararé com
um sentido historial. Silas novamente surpreende nesse romance que levou cinco
anos para ser elaborado, e os causos do arco da velha surpreendem ainda mais,
mais a alma do menino sendo revelada assim como vão revelando, como o rio-alma
do lugar para lá de um recanto rural em que o Judas perdeu o All-star.
Você se delicia com
o alto estilo peculiar do autor na narrativa garbosa, com os causos que trazem
a fala ribeirinha do contador náutico, mais as alegrias e tristezas disso,
quando o lugar também começa receber gente que não são dessas paragens. A alma
do Goto é exposta, seu sistemático e implicante pai com mão de pardal, sua mãe humilde
que adora o filho doente – achando que ele é louco - que fala só por versinhos,
e a canoa-imaginação vai singrando profundezas de momentos, almas, situações de
conflitos e tudo mais.
Goto é isso: um
romance literalmente de peso. O autor faz uma leitura territorial, humana e
algo fantástico bem condizente com seu estilo e sintaxe própria, como se o
lugar fosse assim uma espécie de encruzilhada de outra dimensão. Goto, feminino
de gota, e sua história de vida, um inocente, puro e simples ser humano
querendo andar nas palavras, saltar pocinhas nas falas, calcanhar de
frigideira, andar de segura peido, e a cobrar além do custo da empreita pela
viagem no rio Itararé, também um causo, uma história de lambuja, uma fala mansa
para depois seu bico doce retratar empostando voz aos genitores. Silas Correa
leite vai narrando as acontecências e lendo a alma-água do menino, pondo o
leitor fervoroso a indagar o que é aquela tal contação de todo santo dia, o que
realmente GOTO é ou pode ser, o que aquele lugar marcado de curva de rio fez
dele, o que ele mesmo sonhou, sentiu, pensou e fez de si mesmo – na alma, no
coração, no espírito, no psicossomático por décadas levando e trazendo o que
mal sabe o que é ou ao é. A mãe submissa, o pai interesseiro, o rio com altas e
marés e a canoa também meio encantada já conhecendo a fala do dono, e vai o
romance bem proseado, como se fosse o autor, ele mesmo, uma espécie assim de
Goto também.
História com
começo, meio e fim, muito bem tramada, gostosa de se ler, densidade narrativa,
o estilo todo próprio do autor elaborando um clássico que a obra se tornou, a
sintaxe do autor apontando cargas de profundidade, neologismos, palavras
recuperadas, situações clarificadas, pertinências e entornos, e mesmo a visita
do outro lado do mundo de soldados do imperador, escravos nus, mais aparecimento
de moedas franceses do tempo de Debret e Saint Hilaire (que passaram por
Itararé) dando tons bonitos ao encorpamento da tessitura do livro.
GOTO ainda vai ser
reconhecido como um dos melhores livros lançados por Silas Correa Leite. Jean-Paul
Sartre dizia que ninguém é escritor por haver decidido dizer alguma coisa, mas
por haver decidido dizê-las de determinado modo. Assim é Silas Correa Leite
nessa obra prima que é O GOTO. Bem-vindo à lenda do reino encantado do
barqueiro noturno na terceira margem do rio Itararé.
O livro está à
venda como ebook ou como livro impresso no site:
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Antonio T.
Gonçalves
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Não Deixe Que Te Tirem a Primavera, novo livro de Silas Correa Leite
Livro
de Alta Ajuda em Alto Nível
NÃO
DEIXE QUE TE TIREM A PRIMAVERA
NOVO
LIVRO DO POETA E PROFESSOR SILAS CORREA LEITE
Um
livro para ser lido com a alma e compreendido com o espírito inebriado, pois foi
escrito com o coração. Um professor escritor, poeta e ficcionista premiado,
usando-se da palavra como ferramenta construtivista e sensitiva, e do criar com
e energia positiva, em lucidez limpa, trabalha textos inspirados que dão
sustentação, vão amparar espiritualmente e tocar sentimentos, corações e
mentes. Pois NÃO DEIXE QUE TE TIREM A PRIMAVERA é um livro que fará o leitor
repensar a vida página por pagina, rever conceitos com amor, com fé e
esperança, enfrentando muito melhor os problemas, as dificuldades, conflitos e
situações amargas. Nem sempre se vê lágrimas no escuro, diz a balada romântica.
Viver é lutar, disse o poeta. O autor sola silêncios, toca situações
revisitadas, e ampara lucidamente pelo que narra em verso e prosa, dando assim
suporte para a alma carente em busca de uma saída, uma luz, refrigerando-se a
partir da leitura, coroando-se assim com um novo prisma além das enfrentações
intimas. NÃO DEIXE QUE TE TIREM A PRIMAVERA tem esse fito primordial: ser uma
válvula de escape, ser uma saída emergente, uma busca calorosa e confortante,
uma leitura rica. Você nunca mais vai ser o mesmo depois da leitura deste
livro. Afinal, diz o próprio autor, “Somos Todos Sementes. Quantos de Nós,
Serão Flores & Frutos, e Recriarão Para Sempre, a Eterna PRIMAVERA?
Quando
você já não se cabe mais em si, a palavra de conforto é importante. Quando a
barra pesada de viver quer provocar arrebentações; esmorecimento, tristeza e
dor, você precisa se tocar, se reerguer, expandir horizontes; ganhar forças,
meditando, orando, batalhando para então poder ganhar espaços em busca de paz,
de luz e de esperança como inteligência da vida. Eis o livro de um autor todo
especial, plantador de sonhos no canteiro das escrevivências, que sonha um
humanismo de resultados. NÃO DEIXE QUE TE TIREM A PRIMAVERA empolga, acalenta,
diz a que veio no sentido primordial de servir e ajudar. Você vai ler e se
sentir em casa, se sentir em você mesmo, se sentir de novo em si, ter um
sustentáculo de incentivo e da própria palavra empenhada, para, com esperança
reviçada prosseguir, remar contra a maré, vencer obstáculos, sair-se de si com
grandeza e tentar outra vez que a luta é sempre e, como se diz, às vezes temos
mesmo que matar um leão por dia. NÃO DEIXE QUE TE TIREM A PRIMAVERA, tenha essa
base narrativa primordial. Este livro veio sendo escrito ao longo de trinta
anos, e os textos maviosos já serviram de conforto e incentivo de alta ajuda,
em momentos preciosos em que o autor foi tocado a ajudar e se vez valer de suas
palavras e narrativas, alguns trabalhos publicados em sites, jornais, revistas,
fanzines, blogs, alguns até traduzidos para publicações no exterior, em outras
línguas, inclusive. Os textos assim vão nominados como A Força Que Noz Alerta,
Voe de Volta Pra mim, Salmo Para Uma Amiga Poeta (escrito as pressas para uma
amiga que pensava em se matar) e outros. Leia o Livro. Você se emocionar, vai
gostar.
Antonio
T. Gonçalves
O
livro NÃO DEIXE QUE TE TIREM A PRIMAVERA como ebook ou mesmo impresso, está
disponível no site
OU:
sábado, 8 de junho de 2013
O NOVO LIVRO DE DOROTHY JANSSON MORETTI
Pequena
Resenha Critica
Instantâneos, de
Dorotthy Jansson Moretti
A Poeta Que
Também Tem uma Prosa de Doces Memórias
“Só pela arte
podemos sair de nós mesmos”
Marcel Proust
Falar da portentosa literatura em verso
e prosa da professora e escritora premiada Dorotthy Jansson Moretti, é entrar
numa praia vasta de tantos sóis, auroras e crepúsculos, prelúdios e paletas que
os próprios méritos curriculares dela já endossam literalmente como doces
memórias de um tempo chamado longe, lembrança de momentos, pessoas, alegranças
e lugares...
DOROTHY
JANSSON MORETTI Nasceu em Três Barras, SC, indo morar na cidade de
Itararé, SP, aos dois anos de idade. Fez o Curso Primário no "Grupo
Escolar de Itararé", hoje chamado "Tomé Teixeira". Continuou os
estudos em Castro e Londrina, PR, onde paralelamente lecionou Inglês,
graduando-se posteriormente em São Paulo, Capital.
Começou a escrever poesias aos dezesseis
anos, fazendo acrósticos em álbuns de recordações de pessoas amigas.
Esporadicamente escrevia artigos para os jornais "O
Itararé"(extinto), Tribuna de Itararé e para "O Guarani". Mudou-se para
Sorocaba, SP, em 1956, e nessa cidade publicou durante algum tempo, poesias e
crônicas nos jornais locais "Cruzeiro do Sul",
"Diário de Sorocaba" e "Folha de Sorocaba" (extinto). Em
1970 mudou-se para a capital de São Paulo, tendo lecionado Inglês em cinco
escolas dessa cidade: No "Colégio Anglicano de Santo Amaro", no
"Ginásio Estadual de Vila Leopoldina", no "Colégio Estadual
Profa. Marina Cintra", no "Colégio Estadual Amadeu
Amaral", e no "Instituto Mackenzie", onde se aposentou em 1987.
É Sócia Honorária da Academia Sorocabana de Letras, pertence à Academia
Petropolitana de Poesia "Raul de Leoni", à União Brasileira de
Trovadores, e à Casa do Poeta "Lampião de Gás" de São Paulo, da
qual foi Secretária Geral no biênio 1987-1988, bem como do jornal poético
da Casa, o "Fanal", onde continua escrevendo poesias e trovas.
Publica, ainda hoje, crônicas e poemas nos jornais de Itararé “O Guarani” e
“Tribuna de Itararé”. Tem poemas publicados em jornais, revistas e antologias
de alguns estados brasileiros. Participou de inúmeros concursos, alguns
internacionais, tendo recebido troféus e diplomas na capital e no interior de
São Paulo, e em várias capitais e cidades de outros estados. Recebeu Medalha de
Honra ao Mérito no Colégio "Amadeu Amaral", da capital, por ter feito
a letra do Hino dessa escola, bem como o histórico e a poesia em
comemoração aos setenta anos de sua fundação, em 1979. Recebeu Diploma de Honra
ao Mérito, de Poeta do Mês e de Musicista , na Casa do Poeta, onde colaborava
nas reuniões lítero-musicais, declamando poesias, cantando e tocando piano.
Recebeu ainda da Casa do Poeta de São
Paulo, diploma e medalha de Sócia Benemérita "Por seu importante
destaque como benemérita defensora da cultura e difusão das Artes
Poemáticas" (dizeres textuais do diploma), honraria que muito a
sensibiliza. Mudou-se em 1989 para Curitiba, PR, e nessa cidade publicou seu
primeiro livro, "Frasco Vazio", pequena seleção de algumas de suas
trovas premiadas. Em parceria com o Maestro Gerson Gorski Damaceno, fez a letra
do Hino a Itararé, lançado a 28 de Agosto de 1989, como hino oficial da cidade.
Na mesma data, aniversário de Itararé, recebeu seu Título de Cidadã
Itarareense. O Elos Clube de Itararé (Comunidade Lusíada
Internacional) concedeu-lhe Diploma de Sócia Honorária, títulos ambos,
que muito a sensibilizam e dignificam. Em 1995 voltou a residir na cidade de
Sorocaba, SP, onde, no ano 2000, publicou um livro de sonetos
intitulado "Folhas Esparsas", do qual em 2006 fez uma 2a.
edição; no ano 2002 publicou um livreto intitulado "Trovas ao
Vento”, e em 2006 um outro também de trovas, intitulado “Chá da Tarde”,
que lhe valeu, em 2007, na categoria Poesia, o “Prêmio Anual Sorocaba de
Literatura – Categoria Poesia”. Dorothy ganhou dezenas de
outros prêmios de renome, diversas Menções Honrosas, Menções Especiais, ganhou
também dezenas de importantes concursos de Trova
..........................................................................................................................................
Pois todo esse nada breve preâmbulo,
tendo em vista um espetacular currículo fora de série, aqui até resumido, fez
parte da participação dela, a Literata Premiada Dorotthy, com causos, historias
e crônicas, da Primeira Antologia de Prosa de Itararé, por mim idealizada e
editada pela All-Print(SP), o livro ASSIM ESCREVEM OS ITARAREEENSES, quando ela
nos honrou com sua maviosa participação. Assim, quando recebi um exemplar de
seu belo e novo livro INSTATÂNEOS, Editora Dialeto, Edição 2013, com um
magnífico trabalho-técnico-editorial e belo prefacio do Poeta, Trovador e
Conferencista, Thalma Tavares, fiquei muito feliz com a oportunidade de
graciosa leitura dessa literatura de primeiro quilate.
O novo livro INSTANTÂNEOS, em bela
edição de 160 páginas, tem mais de cinquenta retratos de apanhados de memórias
da Dorothy, numa leveza de narrativa que parece que a autora toma o leitor pela
mão, e vai contando causos, acontecências singulares, relembrando, tecendo
parágrafos, prismas, barulhezas e sacadas de memórias que com sua arte de bem
narrar, encantando e cativando, toca o leitor. Ah, a poeta premiadíssima também
proseia em alto estilo. Desde muito menino que no meu rincão de Itararé-SP,
Santa Itararé das Artes, Letras, Músicas e Imagens, que a conheci, e soube-a
declamando poemas, cantando, tocando piano, atriz talentosa, de tradicional
família de Itararé, quando fui amigo de seu clã, de seus sobrinhos e amigos
admiradores, me tornei
seu fã, porque, além da bela e brilhante personalidade de Itararé, um coração
de ouro e um talento fora de série, agora também revelado nesses instantâneos,
livro com belas imagens e ótimo trabalho editorial, como fotografias de sua
sensibilidade colhendo frutos de um tempo chamado longe, retratos de um povo,
um lugar, saudosas lembrança que ela nos proseia com garbo, em alto estilo e
todo poético nas contações.
Dorotthy é isso: A professora, a pessoa,
a artista. Instantâneos é mais um grande livro dela, entre tantos, e a
apresenta proseadora de particularidades, imagens e palavras, sentimentos e a
qualidade técnico-narrativa de quem sabe o que conta, de quem coloca a alma no
que cria, valorando a arte de escrever, o que pincela com sua luz de criadora
de mão cheia. Bravo!
-0-
Cyber Poeta Silas Correa Leite
Blog premiado do UOL: www.portas-lapsos.zip.net
sexta-feira, 24 de maio de 2013
ESTADOS DA ALMA, novo livro virtual do Cyber Poeta Silas Correa Leite
http://www.carmovasconcelos-fenix.org/Escritores/Silas-Correa-Leite/Silas-Correa-Leite.htm
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